Curso de Tarot

por Veet Pramad - Dinalivro


Curso de Tarot


Extracto das Introduções à primeira e segunda edição:

[...] Distingo nesta obra três partes, em função de meu grau de paternidade. Quando falo em numerologia, cabala, mitologia, astrologia e símbolos, minha função foi de compilador e peneirador de dados de toda uma série de textos que relaciono na bibliografia. Na hora de passar os significados gerais das cartas, baseado nos conceitos clássicos atualizados por Crowley e nos dados anteriores, incluí novas ideias e paralelismos, inéditos num manual de Tarô. O terceiro nível são as interpretações para as diferentes posições da Leitura Terapêutica, fruto de anos de leituras realizadas com todo tipo de pessoas em três continentes: funcionários públicos, monges tibetanos, diplomatas, hippies, artistas, policiais, ladrões, camponeses e andarilhos do caminho real.

Cabe dizer que os significados nas dez posições não devem ser aplicados literalmente nas leituras, mas estudados com cuidado, por enriquecerem consideravelmente o significado geral de cada carta. São uma boa pista de decolagem para a intuição do leitor. Ao mesmo tempo, ajudam o tarólogo ou 'Tarôtista' a familiarizar-se com os mecanismos de interpretação das cartas, em função de sua posição e aspectos.

Não vou dizer que este livro ou algumas de suas passagens foram recebidas de mentores ou entidades espirituais. Mas tenho a certeza de que a Existência conspirou para ajudar-me a ter hoje este ensaio pronto para vocês. Espero que gostem e que tirem proveito.

[...] São muitas as pessoas que chegam até os tarólogos, numerólogos, astrólogos e outros 'ólogos' de plantão procurando soluções como quem quer comprar cebolas na feira: vou ser feliz? Meu marido me engana? Será que vender cachorro-quente vai dar certo? Eu me caso ou compro uma moto? Que me tem reservado o todo-poderoso destino? — perguntam ansiosos. Responder a essas e outras perguntas é a maior barbaridade que podemos fazer, pois lhes estamos negando sua liberdade, escondendo que, especialmente hoje, no amanhecer do terceiro milênio, o destino delas está em suas próprias mãos e privando-as da oportunidade de se autotransformar.

Assim, o Tarô e outros instrumentos de autoconhecimento são uma faca de dois gumes, dependendo de como sejam usados. Quem faz futurologia insiste em deixar seus consultantes como meros espectadores, amarrados e amordaçados na platéia, enquanto na tela passa o filme de sua vida.

No entanto, usados com outro objetivo, podem ajudar-nos a melhorar nossas vidas, desvelando os mecanismos e atitudes involutivas que nos deixam presos à programação e dando métodos de trabalho concretos e específicos para, redirecionando a energia, sermos mais nós mesmos e desenvolvermos com maior alegria, amor e prazer nossos potenciais internos, até sua conseqüente realização. É nesse sentido que venho trabalhando na elaboração de um sistema de leitura adequado para os novos tempos, que chamarei 'Leitura Terapêutica' e que explico no terceiro capítulo.

Hoje em dia temos uma grande responsabilidade histórica. Trata-se de ajudar a transformar os espectadores em atores, apoiando-os e impulsando-os a que, por seus próprios pés, tomem o trem da evolução, saindo de Miseriápolis rumo a Si-mesmolândia. Não podemos continuar alimentando a idéia de que são brinquedos nas mãos do destino, com o qual nós, os experts, temos linha direta, mas que cada um é capaz de criar sua própria realidade. Nosso papel é ajudá-los a encontrar seu caminho, para que possam superar as tempestades que se aproximam e realizar o mais plenamente possível suas capacidades.

Para poder desenvolver o trabalho com o Tarô neste sentido, é imprescindível conhecer e trabalhar nossos conflitos para, pelo menos na hora de colocar as cartas, estar nesse estado de silêncio e de paz interior, no qual a mente com suas crenças, dúvidas e apegos não interfira no necessário salto intuitivo da interpretação, evitando assim evacuar em cima de nossos clientes toneladas de projeções, desperdícios e preconceitos. Cuidado com os médiuns que recebem informações, mas cujo estado interior está em tensão e que portanto não podem filtrá-las convenientemente.

E, na hora de abrir o Tarô, a orientação para silenciar possíveis resquícios de insegurança será entregarmo-nos de coração à leitura, sabendo que o Tarô, como um cristal ou uma planta medicinal, já tem em si mesmo elementos que facilitam nosso trabalho. [...]

Veet Pramad



Comentário: João Caldeira(Consultas e Cursos de Tarot) - T.: 96 0094558 ou por email clicando aqui.

 


 


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